A violência contra a mulher não é um problema da sua empresa: é um problema do mundo. Dentro das empresas, essa violência frequentemente se apresenta como o assédio, seja ele moral e/ou sexual. E começar a mudar este cenário passa, sim, por cuidar da cultura corporativa.
Antes de acontecer o assédio costumam ser corriqueiros diversos desconfortos. Um elogio mal colocado no contexto, um comentário desnecessário, uma interrupção de fala de uma colega de trabalho enquanto ela expõe as suas ideias. A expressão de uma certa “autoridade de homem” que a sociedade diz que existe.
Enquanto o assunto é o desconforto, é possível conversar, ouvir, refletir e provocar mudanças. Comportamento coletivo é algo que precisa ser aprovado pelo grupo. Logo, também pode ser desaprovado.
O desafio é que o assédio contra a mulher é tão arraigado socialmente, que é preciso falar sobre o tema, entender como ele acontece no ambiente corporativo, se posicionar no caminho contrário e colaborar para as pessoas comecem a mudar o comportamento.
É importante que o assédio seja reconhecimento como parte das ações rotineiras, e essencial que as pessoas entendam que isso precisa mudar para, a partir daí, traçarem juntas o caminho da mudança.
A plataforma Athena 7 – https://athena7.com.br/ – é o canal de denúncias estruturado para acolher as manifestações sobre assédio contra a mulher. O uso da plataforma é essencial para dar voz às mulheres, para acabar com o silêncio que, infelizmente, faz parte da lógica do assédio.
Além do uso da plataforma, é preciso cuidar do processo de melhoria contínua da cultura da empresa. Por isso são essenciais o posicionamento corporativo, a sensibilização da liderança, a escuta ativa, as conversas face a face, as campanhas educativas e a elaboração participativa de um tratado de combate ao assédio.

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